Envie uma selfie com luz comum. Pegamos a cor real da sua pele, dos olhos e do cabelo — e dizemos quais tons acendem você e quais te deixam com cara de cansada.
O mesmo rosto acende com uma cor e parece cansado com outra: aparecem olheiras, a pele fica acinzentada. Não é humor nem iluminação — é a relação entre a cor e a sua pele, e dá para medir. A medida vem de duas fontes: quatro perguntas curtas sobre você e uma selfie com luz do dia. As respostas conduzem o subtom, a foto confere — e mede sozinha o resto, profundidade, contraste e nitidez, direto dos pixels. O veredito chega em 40 segundos e é de graça.
A coloração pessoal descreve características suas, e são elas que decidem quais cores combinam com você: o subtom (quente ou frio), a profundidade (clara ou escura) e o contraste (o quanto o rosto é mais claro que o cabelo e as sobrancelhas). Junto vem a nitidez — lida na íris, ela diz se você pede cor limpa ou cor empoeirada. Os nomes de estação — “outono”, “inverno” — são só a forma curta de escrever essas medidas, não um tipo de personalidade.
Por isso “inverno usa preto” não diz nada sozinho: o que importa é QUAL preto — grafite frio ou espresso quente — e a que distância do rosto ele está.
Precisa de uma selfie com luz do dia — comum, sem filtro e sem maquiagem pesada. O aplicativo marca os pontos do rosto e tira a cor exatamente dali: da bochecha, da íris, da raiz do cabelo.
Depois vêm quatro perguntas curtas sobre você: as veias do pulso, ouro ou prata perto do rosto, a camiseta branco neve ou a marfim, e como a sua pele reage ao sol. Profundidade, contraste e nitidez a imagem mede sozinha; o subtom sai das respostas e da foto juntas — as respostas conduzem, a foto confere. Das medidas nasce a paleta: quais tons acendem o rosto, quais apagam e qual metal funciona perto dele.
Sobre a imagem: o cálculo da cor roda no próprio navegador, no seu aparelho, e a selfie da análise de cor não fica guardada no banco do Muar. O provador de penteados funciona de outro jeito — ali a foto é enviada para processamento, e só por uma ação sua.
O subtom é o tom por baixo da pele — aquele que o bronzeado não muda. O quente combina com ouro, caramelo e cobre; o frio com prata, cinza e bege sem amarelado. O neutro abre as duas temperaturas, e aí quem decide é a profundidade e a limpeza da cor.
Os testes caseiros que você já conhece — as veias no pulso, ouro contra prata, a camiseta branco neve contra a marfim — são exatamente as perguntas que o teste faz. Cada uma sozinha escorrega: a lâmpada acesa, o bronzeado da semana e até a cor da parede mexem no que você enxerga. Por isso a foto fica ao lado das respostas. Quando as duas apontam para o mesmo lado, o veredito sai firme; quando discordam, ele sai mais cauteloso.
São quatro nomes: primavera quente, outono quente, verão frio e inverno frio — quatro, não doze. Mas o nome só é dito quando as medidas concordam: subtom definido, contraste claro e uma foto que não briga com as suas respostas.
Quando elas discordam, a estação não é atribuída e o veredito fica mais contido: você recebe as medidas de que ela é feita, e elas já bastam para escolher cor perto do rosto. É de propósito — o erro mora na fronteira entre estações vizinhas, e um nome errado dura: com ele a pessoa pinta o cabelo e risca prateleiras inteiras da loja.
Saber a sua coloração não significa trocar o guarda-roupa. Muda uma coisa só: você para de comprar no escuro. Na frente da arara, a pergunta “é bonito?” vira “combina comigo?”, e essa resposta você já tem.
Profundidade, contraste e nitidez saem dos pixels reais da sua imagem, não de um “tipo de rosto”; o subtom soma as suas respostas à leitura da foto. A precisão depende da luz: uma lâmpada amarela faz uma pele fria parecer quente e um filtro desloca tudo de uma vez — luz do dia perto da janela é a única exigência séria.
E o limite: é uma referência de cor, não uma sentença e nem um laudo. A análise não “afina” e não “rejuvenesce”, não fala do formato do rosto, não promete resultado no salão e não decide por você o que comprar — a última palavra é sua, na frente do espelho.
Na mesma foto dá para provar penteados — você se vê de chanel, de pixie ou com ondas longas antes de decidir no salão. Aqui a imagem é enviada para processamento, e só quando você mesma toca em “provar”.
Envie uma selfie tirada com luz do dia, sem filtro e sem maquiagem pesada, e responda a quatro perguntas curtas sobre você. Profundidade, contraste e nitidez a foto mede sozinha; o subtom vem das suas respostas, conferidas pela imagem. O veredito — subtom, profundidade, contraste e as suas primeiras cores — chega em 40 segundos, de graça e sem cadastro.
Porque cada fonte é boa em uma coisa. A imagem mede bem o que é objetivo: profundidade, contraste e nitidez. O subtom é a parte mais frágil de ler numa foto — lâmpada, bronzeado e paredes coloridas deslocam a temperatura da pele. Então quem conduz o subtom são as suas respostas, e a foto entra como conferência. Concordando, o veredito sai firme; discordando, ele fica mais cauteloso e a estação não é dita.
O veredito grátis traz o seu subtom, a profundidade, o contraste e algumas das suas cores. A análise completa (R$ 133, pagamento único) traz uma paleta com mais de 30 tons e seus códigos, a antipaleta, batom e blush, ouro ou prata perto do rosto, looks prontos e um provador sem limite para conferir qualquer peça na loja.
Para a análise de cor, não. O cálculo acontece no seu aparelho, no navegador, e a selfie da análise de cor não fica guardada no banco do Muar. Só a imagem do provador de penteados é enviada, e apenas por uma ação sua.
Profundidade, contraste e nitidez são lidos dos pixels reais da sua foto, não adivinhados a partir de uma descrição — é essa a diferença para pedir a um chat que “descubra a sua coloração”. O subtom não é chutado pela máquina: quem conduz são as suas respostas, e a foto confere. Quando as duas discordam, o teste diz isso em vez de inventar um nome de estação.
São subtipos: a estação diz o subtom e a profundidade, e o subtipo acrescenta a limpeza da cor. Outono suave pede tons complexos e empoeirados; inverno frio pede cor limpa e vibrante. O teste calcula essas medidas separadamente — por isso, quando elas concordam, ele diz não só a estação, mas o lugar dentro dela; e quando não concordam, entrega as medidas sem carimbar um nome.